Arquivo para fevereiro \26\UTC 2007

Carnaval? Folião?

Carnaval chegou, fez o que tinha que fazer, foi embora há pouco tempo, e eu num escrevi nenhum texto expressando minha horrenda raiva por este evento dos infernos que nosso país teima em fazer todo maldito ano, deixando, pelo menos, pessoas normais e de “cabeça boa”, 5 dias a 9 dias folgando. Bom pra mim… Bom pra mim o cacete! Eu tive que trabalhar na segunda, na terça e na quarta. Na quinta eu fui é estudar e depois eu ainda fui trabalhar. O mesmo aplica-se para sexta. E enfim… Isso explica minha ausência. Espero.

Cheguei a uma conclusão que acabou me esclarecendo porque eu odeio tanto tudo isso. Realmente esclarecedor. Carnaval junta TUDO o que eu não gosto, 9/10 dias seguidos. Gravem. SEGUIDOS, ininterruptos, praticamente. Em uma micareta (tão famosa. Tão odiada) você encontra: axé, pagode, funk, putaria, alcoolismo, bêbados, pé-de-chinelo, trombadinha, maconha, crack, drogas em geral e tudo de pior em uma encoxada coletiva extrema. E extremamente grande. Eu nunca gostei disso. E num sei porque algumas pessoas ainda teimam em me convencer que isso tudo o que eu citei acima é bom… Profunda pena.

Já disse um professor meu: “O ano novo brasileiro começa no carnaval! Feliz ano novo!”. Refletindo em cima disso, é a mais pura verdade. Brasileiro é uma raça maldita, puta merda. Salve exceções, todos (generalizando) são iguais. A primeira coisa que um estrangeiro fala ao você pronunciar o xingamento “Brasil” pra ele, é: “Carnaval, samba, folia, caipirinha, praia!”. Depois disso, tá mais do que provado a imagem que esse país passa pra todo o fora. Se um país se resume a isso (“isso” em tom irônico, cínico e frustrante, por pior que seja), reflita assim sobre a frase dita pelo meu professor.

E também analisando de um modo mais econômico pro país, há uma tabela totalmente bagunçada sobre isso. Vamos lá: carnaval, festa. Quem não gosta de festa, certo? (Eu não gosto!) E isso no mundo todo. Logo há um aumento na taxa de turismo do país, porque como carnaval é no Brasil inteiro, isso se espalha igualmente. E se tem muita cerveja, vodka e álcool em geral, há um aumento nas vendas disso tudo. O que cria os vendedores ambulantes, o que garante o emprego digno deles. Ou seja, mais duas melhoras. Mas como essa cambada toda é porca pra caralho, deixa lixo na rua, o que gera mais alguns empregos de gari pra limpar esse lixão todo. Mais algumas coisinhas a mais… Ok. Com tudo isso, tem algumas melhoras não? NÃO! Lendo o jornal outro dia, tive conhecimento de que o governo dá dinheiro, e MUITO, pra essa joça toda continuar. são mais de 10.000 reais DOADOS às escolas de samba pra fazer aqueles carros todos deles lá, que, no final, vai ser tudo reduzido em chamas.

Porque o Brasil não vai pra frente?

Porque é tudo carnaval, samba, folia, caipirinha e praia. Eles têm razão.

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O Luto e a Volta

Ao escrever o texto sobre morte, NUNCA pensaria que me depararia com o caso descrito no texto tão cedo. Claro que sabia que poderia acontecer a qualquer momento, mas não em um momento onde tudo esta tão bem, e tal estrondo chega para perturbar nossa quase-paz. Ao longo dos últimos dias, não tive nem a coragem de abrir o Notepad do Windows para tentar escrever um texto sequer. Esse impacto da morte, mesmo não sendo tão direto a mim, afetou de um jeito meu corpo e minha mente que receio nunca mais poder pensar de um jeito tão puro/inocente como eu pensava. Precisava ter mudado meus pensamentos antes… Agora já é tarde demais.

Terça feira, 13 de fevereiro de 2007, 12:58h, saída do colégio, ao ouvir um dos amigos perguntar para Lucas: “Você vai voltar de ônibus ou vai ver sua irmã?”. Lucas, ele, sendo meu melhor amigo. De infância. Não entendi tal questionamento. Erro meu ter deixado esse passar batido, sem relevância. Vou para o trabalho, até então feliz, pois estaria a alguns dias de realizar um dos meus sonhos. 18:30h chego em casa, começo a fazer as necessidades fisiológicas de qualquer ser humano, assim me preparando para o banho. Ao entrar no chuveiro, ouço minha mãe me chamar, mas não atendo e acabo a ação. Saio do banho. “Que que foi mãe?”, “A Andressa…”, “O que tem ela?”… “…Morreu.”. Esse foi o impacto. Como já disse, nunca tinha passado por uma situação dessas.

“Mas caralho… Como?” eu me perguntava, sem parar. Todos nós já sabíamos que, por sua deficiência genética, ela morreria meio adiantado, cedo ou tarde, nessa faixa de idade. A questão era quando. Pela sua expectativa de vida ser de 14 anos, o quando já estava bem por perto por ela ter seus 15 anos. Mas esse quando… Esse sim é foda. Quando eu vou morrer? Posso morrer hoje, quando o elevador cair no fosso quando eu estiver descendo para falar com meu amigo. Amanhã… Nunca se sabe. É o quando. E esse quando chegou para ela. Mesmo sabendo que não poderia fazer mais nada por ela, e tudo o que todos poderiam fazer, já fizemos, comecei a me preocupar com alguém a mais. Lucas… Como ele estaria com essa história toda? Eu conheço ele desde os meus 5 anos. Não deixaria ele para trás agora. Nem nunca, acredite.

Até o funeral, eu fui pensando como que eu poderia ver o Lucas sem me comover nem algo parecido, cheguei à conclusão do impossível. Esperei duas horas até vê-lo no velório, nunca o vi do mesmo jeito. Em 11 anos, vendo-o uma média (um chute em meio de algumas contas rápidas aqui) de 227 dias ao ano (tirando encontros, saídas e faltas no ano letivo escolar), eu nunca havia visto ele chorar. Nem uma lágrima. No máximo um suspiro de dor, com uma pitada de nervosismo e adrenalina, o que gera algumas lágrimas ao torcer o ligamento do joelho. Mas daquele jeito nunca. Nunca também vou esquecer. Vai ser uma memória ruim para toda minha vida. Só espero que, assim como eu disse a ele, eu estou aqui para TUDO, não importa quando, e que, espero, seja a primeira pessoa a isso. Eu não aguentei vê-lo daquele jeito, quase nem conversei com ele no funeral. Nada saia. Assim pude falar meus pêsames à família, que conhecera na mesma época, e ver o corpo.

Minha primeira trágica experiência. Nunca pensei que fosse tão cedo, mas nunca esperaria ela vir tão tarde. Há alguns dias tento, repetidamente e em vão, sem sucesso algum, ligar para ele e ver como estão indo as coisas, se ele já melhorou e já organizou algumas idéias. Pode não parecer, porque tento esconder essa angústia jogando alguns jogos e escrevendo estes textos, mas SEMPRE me preocuparei com ele. Como sempre. Junto com meus pais e meu irmão, ele também é meu irmão. Que eu seja retribuído, no mínimo.

Descanse em paz Dedê.

Obs.: Esse foi o último texto que escrevi. Último não no sentido de acabar o blog, e sim em ordem cronológica. Mas os últimos três textos são algumas palavras “antigas”, que teriam de ser postadas ao longo da semana, e estavam aqui no meu computador, atrasadas pelo incidente. Tomem nota. E depois desse, tentarei voltar a programação normal. E desculpem-me a enxurrada de textos, mas não ia aguentar segurá-los aqui.

Contradição literária escolar

Quero começar a tomar um jeito nos textos do blog, e tentar ajustá-los para um nível mais… Vestibular de se escrever. Mas se continuar acontecendo as atrocidades que me acontecem, isso num vai tomar jeito nunca! Falando de uma aula de redação, ao ler nas instruções para redigi-la: “Pra você, o que é felicidade?”, e com base nessa pergunta, fazer o texto em uma felicidade voltada para realizações pessoais de profissão. Quase uma pergunta direto pra o que que voc6e quer fazer na vida e tudo mais.

Como todos (ou a grande maioria de vocês, não-leitores) sabem, NUNCA se deve por opinião pessoal ou escrever um texto em primeira pessoa, no vestibular. Se num sabe o que é isso, procure. Isso é, um caso totalmente contrário do que se passa nesse blog, já que tiro os textos de minha mente, e, logicamente, com ele, minhas opiniões também são retiradas juntamente. Mas COMO, me explique, COMO (?!?!) eu respondo uma pergunta feita diretamente a mim (visto o “Pra você…”, antes da pergunta em si), fugindo do assunto, e deslocando o foco do texto, que seria as minhas realizações pessoais? Claro, sempre tem um jeito. Mas puta que vos pariu, isso é provocação demais. É abusar da boa vontade. Forçar a amizade, amigô!

Tudo bem: eles tem que passar um suposto “desafio” para os autores das redações e todo aquele blá, blá, blá de vestibular e o caralho. Mas quando me fazem uma pergunta dessas, eu claramente a comparo com: “O que você comeu no almoço?”. Uma pessoa de boa mente, rapidamente responderia: “EU comi picanha.”. E assim a conversa se desenrolaria em um assunto sobre comida, talvez. Vai saber. Fica pra outro post. Ou não. Enfim! Alguém já entendeu qual é meu ponto aqui?

Ele faz a pergunta, direciona-a diretamente a você, e quer que você não fale de você? Isso é se contradizer no contexto. Porra. Como um cara se perde no contexto entre uma pergunta e uma redação? É tão simples, e porque não daria para eu falar de mim mesmo no texto? Qual é o problema? Vá se foder!

Ele pede uma coisa, eu faço EXATAMENTE A MESMA MERDA QUE ELE TÁ PEDINDO ali na PORRA DA PERGUNTA, e depois, eu tiro nota baixa?! É um ultrage!

É tudo intriga da oposição! Só pode ser!

Obs.: PS: A imagem ficou muito tosca, mas não consegui achar nenhuma outra que descrevesse “contradição”. Não que essa explique bem, mas você, não-leitor, entende minha maldita posição.

Quebra de rotina

Sempre tive em mente que um dia serei um velho chato pra caralho. Aumente este “chato pra caralho”, porque eu vou ser MUITO chato pra caralho. Enfim. E isto, creio eu, se deve ao fato de eu ser extremamente anti-social e mais umas coisas que vocês já viram. POUQUÍSSIMAS são as pessoas que se dão bem comigo. Não que isso faça diferença, porém. Também como já devo ter falado em algum outro texto aí pra baixo, eu odeio baladas, shoppings e barzinhos. Este último uma exceção, porque se for em um dia normal eu ainda aguento. Talvez. Mas shopping e balada é uma desgraça. Se sexta, sábado ou domingo de noite eu quero tacar uma bomba em cada um dos recintos, separadamente.

Acho que ainda não cheguei em um ponto fixo do texto. Vou prolongar a introdução para dois parágrafos, e sair um pouco (pouco!) do padrão lógico-aristotélico de escrita (Não sabe? Procura!), e fazer dois parágrafos, detalhando um experiência que há quase um ano não tinha. Isso se eu não me perder e fugir completamente do assunto. Então, continuaremos…

Essas certas pessoas que conseguem não só criar amizade com minha pessoa (por assim falar, pois não consigo pensar em nenhum outro sinônimo), são as poucas pessoas que viram meus amigos de verdade. E assim sendo, são essas poucas que conseguem me convencer de fazer outras coisas que eu não gosto. E, visto assim, uma delas conseguiu. E, também, me fez sair. Estranho não?

Mas como já falei: não vou entrar em muito mais detalhes pessoais aqui no blog, então deixarei uma parte do que tenho pra falar de lado um pouco (Mas antes: parabéns Figueira. Abração velho!). E por essa pessoa me fazer sair, pelo menos eu sai da rotina uma vez no ano… E foi bem legal. Começo a pensar que deveria fazer isso mais vezes. Porém menos cansado e sujo (passar o dia inteiro fora de casa e ir pra um aniversário. Nada conveniente. Ainda mais quando se pseudo-trabalha e um lugar sujo. Nada conveniente mesmo.). Enfim… Conhecer pessoas novas e esvaziar o saco cheio daquelas pessoas que se vive TODO MALDITO SANTO DIA, e tudo mais. Valeu a pena.

Acho que não tenho nada mais a falar. Fico agradecido por ter tido aquele dia. Muito. Obrigado.

Válvula de escape

Percebi que algum dos textos que eu escrevi aqui são apenas coisas que acontecem comigo, que eu penso a respeito e, por não falar tão abertamente com muitas pessoas, acabo digerindo isso e cuspindo em textos, nesse blog, nesse computador. E realmente: estou cumprindo meu objetivo. Não necessariamente este serve como válvula de escape para o que me acontece, mas também como uma forma de treinar escritas para eu entrar em uma tão sonhada faculdade. Enfim…

Por ser este o exato motivo do blog ser minha válvula de escape/treino de escrita, falo com toda a certeza do mundo o que aqui acontece comigo neste exato momento. Não no EXATO momento, mas vocês entenderam. Já falei por aqui também que eu fico puto muito fácil, sou muito filha da puta com tudo que me envolve e coisas desse tipo (abra-se exceções com as pessoas mais ligadas a mim). E há um certo tempo, que fará um ano em junho, eu estou vazio. Sim, vazio. Quando alguma coisa falta em minha pessoa para eu parar de ficar tão escroto com todo mundo. Eu falando desse jeito parece ser bem viado né? Foda-se, vai piorar. Continuamos com o meu assunto.

Eu sou um tipo de pessoa que quando cria uma amizade muito forte pela pessoa, ela passa a ser parte da minha vida. Não importa quanto tempo eu conheço essa, ou muito menos quanto eu falo com ela por dia. Isso não significa nada. Mas tem muitas pessoas que, nesse momento, me fazem muita falta. E quando digo muita falta, generalize MUITO essa palavra. A falta. A saudade que me vem quando eu fico lembrando dessas pessoas que me fazem falta é sem comparação. E a falta dessas pessoas que me fazem sair do meu status quo pessoal. Eu fico mais anti-social, mais antipático, mais cuzão, mais puto da vida que de costume.

São poucas pessoas que eu sinto falta. Vou tentar me encontrar com elas. Se eu te mandei esse texto, você me faz falta. A pior parte não é se encontrar com elas, e sim esperar por uma delas. Uma só, que me faz a maior falta aqui. Que aperto.

Se você só leu isso de tabela, se é visitante do blog, ou qualquer outra coisa, desculpe-me por usar este espaço inapropriadamente. Juro a todos que não escrevo mais nada assim aqui. Além de eu num gostar, fica uma imagem ruim no blog. E para os amigos: entendam-me.

O que me resta agora é por os fones de ouvido, pegar meu ioiô e fingir. Caso contrário, eu me perco.

Nada justifica o talento

Nenhuma pessoa sabe. E ainda por cima demora pra descobrir alguma coisa em que ela seja boa. Mas não boa, somente. Ela é excepcionalmente boa naquele assunto. Se destaca naturalmente no meio de milhares, bilhares de pessoa, apenas em um ato. Não sei se vocês conhecem alguém assim, mas no meu caso, isso se encaixa muito bem. Não que eu tenha algum talento em especial, e, se tenho, não descobri ou ainda não admiti isso, mas conheço muitas pessoas que, incrivelmente, tem muitos talentos.

E de um tempo pra cá, venho, às vezes, reparando nisso. Pessoas que nascem sabendo alguma coisa. Parece alguma coisa bem utópica, não? Acredite: não é. Pessoas que não jogam, dão show no futebol. Pessoas que inexplicavelmente animam outras pessoas, apenas com um sorriso. Pessoas que se destacam em multidões, em especial. Chega a ser estonteante, quase mágica, ver essas pessoas. É uma criança vendo super-heróis ou alguma coisa parecida. É ingênuo enxergar tal magia assim.

Assim como o título diz, o talento não é justificável. Pessoas boas, ótimas em algumas coisas, são apenas pessoas que se esforçaram, treinaram, e atingiram esse nível através de muito suor. Talentosos podem até nunca ter feito algo. Porém, quando o fazem, agem de tal maneira, tão natural. É determinado, em algum momento do tempo/espaço/além, ao parir de uma pessoa, que ela é determinada a alguma atividade. Sim, é bem clichê, mas, novamente, acredite (!): é verdade!

Você, não-leitor, pode não concordar com esse texto. Se esse foi o caso, falo com a absoluta certeza de que você não conhece e/ou não achou seu talento ainda. Se você acreditou, você com certeza se destaca em alguma coisa. Agora: qual?

Também acho que o não-descobrimento de seu próprio talento leva a indecisão. Começo a descobrir o começo da tal pergunta…

O lado errado

Se alguém que lê este blog desde o começo (é BEM difícil isso, mas como nada é impossível…), já leu este post. Sinceramente, o que vocês talvez lerão aqui abaixo é um assunto exatamente igual ao do post citado, porém vendo o lado contrário de um individuo em casos assim. É um post meramente escrito por reflexo, vendo assim, que eu estou possesso, neste momento.

Tentaria, depois de “errado”, encaixar alguma coisa como: “O lado errado da palavra”, ou “O lado errado dos pensamentos”. Mas assim, estaria generalizando um assunto tão simples e banal que transcreverei. Chega a ser tão pífio, que minha raiva com certeza me dominará a partir da metade deste. A pergunta, creio eu, certa: Quem não se sente PUTO demais quando provado errado? Quando perde uma aposta ou quando põe sua palavra em jogo, e assim, é provado errado?

É claro que essa certeza surge de um lugar inexistente. Ou de um mundo paralelo onde a mente megalomaníaca de seu criador, faz, nesse mundo fantasioso, uma imagem de coragem surreal, e, sendo assim, com tal certeza confiante, o ser aposta até a mãe, quando possível. No pior dos casos, a pessoa fica confiante até depois do fato em si, falando que vai ganhar “com certeza” e outras falas absurdas que transcrevem no ar de seu mundo imaginário. Nos melhores, e menos perdidos, casos, a pessoa apenas sai falando um tímido “To fudido se eu perder”.

E, isso agora aplicando-se em todos os casos: nunca, nunca, repito, NUNCA esteja em seu caminho, após o anúncio de sua derrota. Poucas são as pessoas que têm a miraculosa sorte de escapar. Caso este não seja seu caso, prepare-se: você receberá, no mínimo, uma súbita, porém não fatal (até meu saber, nunca registraram nenhum caso de morte), muqueta na face, sendo ela um tanto quanto deformada, e causando uma desagradável sensação de dor. Em certos casos (citarei aqui uma coisa que gostaria MUITO de fazer, principalmente nesse caso que aconteceu comigo, o que me forçou a escrever esse texto), pessoas assim geralmente querem, e conseguem algumas vezes, socar algo ou alguma coisa até despedaçá-la, quebrá-la em inúmeros pedaços. Acontece com um vidro por exemplo… Eu só nunca soquei um vidro por pensar no dinheiro que perderia depois… Já perdi com a aposta… Perder com o vidro é azar demais.

Recuso meus dedos a escreverem minha história tão contraditória aqui neste blog. Mas esperem que não demorará muito até citá-la acidentalmente em um futuro texto.


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