Válvula de escape

Percebi que algum dos textos que eu escrevi aqui são apenas coisas que acontecem comigo, que eu penso a respeito e, por não falar tão abertamente com muitas pessoas, acabo digerindo isso e cuspindo em textos, nesse blog, nesse computador. E realmente: estou cumprindo meu objetivo. Não necessariamente este serve como válvula de escape para o que me acontece, mas também como uma forma de treinar escritas para eu entrar em uma tão sonhada faculdade. Enfim…

Por ser este o exato motivo do blog ser minha válvula de escape/treino de escrita, falo com toda a certeza do mundo o que aqui acontece comigo neste exato momento. Não no EXATO momento, mas vocês entenderam. Já falei por aqui também que eu fico puto muito fácil, sou muito filha da puta com tudo que me envolve e coisas desse tipo (abra-se exceções com as pessoas mais ligadas a mim). E há um certo tempo, que fará um ano em junho, eu estou vazio. Sim, vazio. Quando alguma coisa falta em minha pessoa para eu parar de ficar tão escroto com todo mundo. Eu falando desse jeito parece ser bem viado né? Foda-se, vai piorar. Continuamos com o meu assunto.

Eu sou um tipo de pessoa que quando cria uma amizade muito forte pela pessoa, ela passa a ser parte da minha vida. Não importa quanto tempo eu conheço essa, ou muito menos quanto eu falo com ela por dia. Isso não significa nada. Mas tem muitas pessoas que, nesse momento, me fazem muita falta. E quando digo muita falta, generalize MUITO essa palavra. A falta. A saudade que me vem quando eu fico lembrando dessas pessoas que me fazem falta é sem comparação. E a falta dessas pessoas que me fazem sair do meu status quo pessoal. Eu fico mais anti-social, mais antipático, mais cuzão, mais puto da vida que de costume.

São poucas pessoas que eu sinto falta. Vou tentar me encontrar com elas. Se eu te mandei esse texto, você me faz falta. A pior parte não é se encontrar com elas, e sim esperar por uma delas. Uma só, que me faz a maior falta aqui. Que aperto.

Se você só leu isso de tabela, se é visitante do blog, ou qualquer outra coisa, desculpe-me por usar este espaço inapropriadamente. Juro a todos que não escrevo mais nada assim aqui. Além de eu num gostar, fica uma imagem ruim no blog. E para os amigos: entendam-me.

O que me resta agora é por os fones de ouvido, pegar meu ioiô e fingir. Caso contrário, eu me perco.

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