Cagada premeditada (ir)reversível

Sempre pensei bem nas coisas antes de começar a fazer uma delas. Em todos os casos, até nas coisas que você pensa que faz por impulso. Cagadas por exemplo, eu faço todo o tempo. Planejando ou não, essas sendo impulsos, ou não. O que vou falar nas próximas linhas é uma certeza que me cerca cada vez mais que eu penso. Uma coisa que eu SEI que vai acontecer, já que todos os fatos que são baseados essa hipótese são concretos.

Cagadas como essa sempre acabam mal. Faço-as para provar a mim mesmo que nada melhor do que como eu estava antes. Antes dos acontecimentos (esses que, se vocês que não leem este blog não pereceberam por alguns dos últimos textos, eu e uma menina. Que me deixa puto, pra num falar outra coisa). Quando acontece uma coisa que, até meu saber, nunca aconteceu comigo na vida (um ser humano do sexo oposto mostrar tamanho interesse por mim… Isso ficou meio gay. Voltando…), eu sempre fico meio… Hummmmm… Em choque, talvez. E sempre tento fazer o melhor que posso, já que minhas intenções sobre esse assunto de namorar e tudo mais é das melhores. Mas quando o outro ser não colabora, não tenho a quem culpa.

A certeza que tenho, e a cena que consequentemente vem à minha cabeça é a seguinte: eu, conversando com uma grande amiga. Esse impulso da cagada me empurra a falar com a outra dita cuja da história, após soltar um discreto “To prestes a fazer uma grande cagada. E vou me fuder muito por causa disso, mas eu não ligo.”. Ando até ela, falo tudo o que tenho pra falar, e no final, tudo o que ouço é um sonoro “Não”. Não que essa última fala fique realmente só nesta negação, mas com certeza coisa boa não será. E após pensar em tudo o que eu poderia ter feito antes da cagada, me contento com ela já feita. Claro: grandes cagadas são irreversíveis, e minha chance de voltar atrás depois disso é nula.

Como uma cena de filme, eu mesmo me convenço de que o risco a tomar é respeitável vendo que se ocorrer o contrário do que tudo indica, eu poderia sair vitorioso. E com uma namorada, talvez. E nesse ponto que volto ao ponto incial do pessimismo, e me convenço de que vou me dar mal.

Essa é com certeza a história que se repetirá na vida real, assim que tudo o que eu pensei cair nas minhas mãos e eu puder fazer disso as mesmas oportunidades que aqui citei. No final de história, eu com certeza voltarei aqui para contar. Mulheres… Em um sentido figurado, só fodem nossa vida.

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