Desculpas

Eu peço sinceras desculpas para as pessoas que estão envolvidas em tudo o que eu to falando nas situações descritas nos textos anteriores. Isso vai de melhores amigos, conhecidos, familiares, de todos os níveis e que influenciam de qualquer maneira na minha vida. Só queria [tentar] explicar com isso, juntamente com uma adiantada desculpa, já presumindo que algo foi entendido errado no meio de um dos anteriores, algumas coisas.

Tudo, exatamente tudo, o que tem acontecido comigo, e quem convive comigo sabe disso, esta sendo simplesmente foda. Não tem como negar, e eu sei que eu só pioro a situação com todos os meus pensamentos e, como já disse, situações e idéias má-explicadas, mas ainda preciso ajeitar uns últios parafusos para continuar pelo menos mancando, até que arranje um tempo suficiente para parar e começar a pensar em mim, e arrumar todos esses problemas pessoais e “mentais”.

Se pra quem convive comigo e sabe de tudo isso parece ser complicado, imagina pra mim, que VIVO exatamente tudo isso que parece loucura, e um sobe e desce de situações e dramas de novela que, segunda uma amiga minha que me causa muita saudade agora, é “típica de Costa”. (Costa sendo um dos meus carinhosos apelidos, e, claramente, meu segundo sobrenome.) São todas coisas que nem eu consigo processar direito. Até quando eu to prestes a engolir uma idéia por completo, parece que vomito tudo denovo, e me aparecem mais coisas para ingerir.

E não que eu deixe tudo passar quando falo “ingerir”. Foi apenas efeito de comparação mesmo. Tem muita coisa que não me passa nem pelos olhos, como passariam pela garganta. E se não passam pela garganta, jamais passariam/passarão pelo coração. Coitado desse. Junto com ele, minha cabeça. Minhas peças de ouro… O que eles aguentaram, e tão aguentando, não é pra qualquer um (conceito relativo). Agentes externos os fortalecem, mas isso não vem ao caso agora, continuarei com meu pedido de desculpas.

Eu também não queria privar de por esses textos no blog. Se não tenho colhões para apresentá-los cara a cara, como seria típico de “Vitor” fazer isso, pelo menos por aqui tenho onde esconder a cara, quando admito que faço isso numa tremenda contradição comigo mesmo de certo e errado (mesmo que ‘certo’ e ‘errado’ não existam, isso levando em conta apenas algumas coisas), de postar ou não postar. Assim como não queria excluir o pior texto do blog nesses dias. Mas acho que ele já me causou confusões demais.

Queria falar também que usem como base que o que eu falo/escrevo/faço não se escreve. No gelo, no máximo. Mas ainda não se escreve. É sem fundamento algum. Eu sei que muitos pontos de vista podem mudar assim que eu acabar de falar algo, e que minha cabeça dura as vezes me impede de perceber alguns, mas eventualmente eu percebo. E gostaria de falar também que não tenho noção ALGUMA do impacto do que eu falo. Eu também não quero “me achar”, achando que o meu mundo gira em torno do que eu falo. Se girasse, eu estaria completamente fodido.

Eu sei que mais cedo ou mais tarde tudo isso que eu to passando 2 horas na madrugada escrevendo será lido por alguém. Importante para tudo isso ou não, quem sabe ou não das referências que faço, correções gramaticais ou seja lá o que for, acabarão lendo. E eu sei que chegará às pessoas corretas nos tempos corretos.

Espero de verdade que vocês entendam.

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1 Response to “Desculpas”


  1. 1 Nona abril 10, 2008 às 1:10 am

    “Eu sei que muitos pontos de vista podem mudar assim que eu acabar de falar algo”

    “não tenho noção ALGUMA do impacto do que eu falo”

    Tô ligada.
    (Mesmo..)


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