Arquivo para maio \15\UTC 2008

Ô amizade?!

A cada momento que passa me convenço de que tenho os melhores amigos que alguém como eu poderia pedir na vida. Por mais novos, mais velhos, mais ou menos saudade, maior ou menor a distância e a frequência com que os vejo, amigo é amigo. Assim como amar, também acho que a amizade foi parcialmente banalizada. E assim como o amor não foi banalizado para mim, a amizade também não foi. E queria dizer aqui as minhas palavras sobre essas pessoas. Não sei se o texto vai ficar comprido ou pequeno, não sei se conseguirei de fato redigir aqui o total amor pelos meus amigos, mas tentarei. Espero ter êxito.

Exatamente um grande amigo que me inspirou para fazer esse texto. O dito cujo escreve músicas muito bonitas, as quais me identifico com boa parte delas, e assim como amigos fazem, esteve lá nos melhores e piores momentos, se não com falas, com os ouvidos por me ouvir xingar o mundo. Saberás quem és, quando ler, e será citado mais tarde, com certeza.

Quando as pessoas chegam pra mim e me perguntam “Quem é seu melhor amigo?”, eu gostaria de defender isso como a minha vida: conceito de “melhor amigo” é TÃO errado. Foda-se quem acha que isso existe, eu vou defender porque que eu não tenho melhor amigo. “Melhor” é uma palavra tão genérica e inconstante nesse caso, eu acho. Não existe melhor amigo: existem os mais presentes, outros que ajudam como podem, quando podem… E não é porque que um companheiro está longe e fora da área de contato que vou deixar de considerá-lo melhor, e aqui entra uma outra amiga: ela mudou de cidade por causa da faculdade, perdi contato absoluto por um tempinho com ela, tremenda saudades, mas não deixei de amá-la sequer um instante.

Compreendem? Acho que “melhor amigo” é uma expressão muito “xula” (assim como o próprio “xula”) para eu nomear meus amigos assim. Acho que eles tão em um nível muito elevado em qualquer conceito meu, e devo tratá-los dignos de tal. Isso eu me cobro, e quero que todos saibam disso: todos os meus amigos são meus melhores amigos. Que coisa gay.

Tenho amigos há mais de uma década, e tenho amigos com menos de um ano, não os julgo. Ambos me ajudaram e ajudam quando preciso. E amigo serve muito mais do que pra ajudar e falar algumas verdades quando precisamos. Para favores… A quem mais pedirá favores se não a eles? …Exatamente! E não é brincadeira.

Não quero entrar naquele clichê de todos os textos sobre amizade. Mas também aprendi com uma amiga: clichês são clichês porque são coisas verdadeiras. Amigo é aquele que ta e dá aqueles abraços fodas, que estão lá na hora certa, que fala a coisa certa na melhor hora. Amigo tem razão, os melhores conselhos, as verdades inexplicaveis e indiscutíveis. Também é aquele mesmo que perdoa quando brigam, que sempre quer teu bem… Aqueles que inventam moda junto com você, que na piada sem graça te fazem rir, que te mandam tomar no cu quando você mais precisa, e onde piadas sobre a mãe são permitidas.

Fato é também que eu me inspiro nos meus amigos. Fontes inspiradoras. Se, junto com outras 3 coisas que também pretendo escrever sobre futuramente, existe um dos motivos por eu estar vivo hoje, são como eu tirei novas inspirações deles. Como algum deles, por exemplos dados, me motivaram a ver como tudo seria, e era só eu ter um pouco de vontade. Ouvi muitas coisas que não gostei, de muitas pessoas, mas tem sempre uma ou outra que quando você ouve… Alguma coisa acontece, que a única coisa de agradecer a pessoa, isso se isso sequer É uma forma de agradecimento (pessoalmente gostaria de achar melhores), você fala: “Cara… Você é foda, putaqueopariu.”

Se por algum motivo acabei por me afastar de grandes amigos, não interpretem como falta de vontade. Acabei me distanciando de amigos do passado, amigos que me cobram e querem me ver, mas com a minha vida como está, não fica incrivelmente horrível, mas fica difícil. Tudo correndo, estudos demais. Então vocês que lerão isso que sabem que estou falando com vocês, por favor, me desculpem. Jamais será por mal o motivo de nossos desencontros. Quando tudo acalmar, reservarei um tempo para visitá-los. Prometo.

Eu vou sim citar nomes. Acho isso um PUTA erro, porque nomear o gado é sempre muito difícil, sempre fica faltando um, e nunca da muito certo… Mas faço questão, de os que eu sei decorados na mente, citá-los aqui. Vale a pena. E para que não haja nenhum tipo de preferência, adotarei a ordem alfabética para os nomes: Fabio, Felipe, Figo, Flá, Gd, Luana, Lucas, Lucas T., Marcelo, Pedro, Pepe, Pikachu e Rodrigo. Esses foram os que mais me ajudaram quando eu mais precisei, não importa quando. Se eu pudesse pegar um pouco do que acho que minha vida vale, e dividí-la em partes iguais, algumas delas se dirigiriam a eles, com certeza.

Todos me ensinam cada vez mais, e faço o melhor para retribuir na mesma altura o que eles significam pra mim. Eu estou esquecendo nomes, como disse que ia. E tem os nomes de pessoas que considero “conhecidas-mais-chegadas”, que estão quase no nível das aqui citadas. Mas não as citarei. Quem tiver que saber, saberá.

Sem dúvida foi uma coisa meio gay, mas não me sinto mal por mostrar o que eu realmente sinto pelos meus amigos de verdade, e ninguém deveria. Não da pra negar a verdade. Aqui esta ela. Obrigado.

P.S.: Um dia reescreverei esse texto. Certeza.

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O fim precoce de uma trilogia

Não me sentiria tão bem em acabar com a tragédia trilogia em outro momento se não agora. Com vários textos tão pesados, reclamações de pessoas e amigos que lêem o blog, faço o favor de guardar o último texto da trilogia (e talvez, quem sabe, um dia, soltá-lo, tornando a tona esta tão sombrio capítulo) para dar continuidade com múltiplas idéias que ando tendo de textos. E para criá-los com mais facilidade igualmente.

O último texto seria sobre “Quando te entendem errado”, que me trariam a tona “some left over feelings”, por assim dizer. Essa frase faz inexplicavelmente muito mais sentido em inglês do que em português, então vai nos estrangeirismos mesmo. E lembrar de tudo isso denovo, em um momento que, acho eu (pelo menos), que está muito bom… Não estaria fazendo um bem pra mim. Então… Foda-se.

Tocar “o blog é meu, eu escrevo o que eu quero”, não vai adiantar, mas “os textos são meus, e preciso superar isso pra fazer textos mais decentes, mais recentes e mais frequentes” talvez me acabe até me ajudando.

Espero que entendam… Não errado, porque isso eu explico aí, um dia.


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